Uns chamavam casa ao que eu considerava um verdadeiro suplício diário. É um centro de relaccionamentos e interaxções ao qual nunca me habituei (nem habituaria), não por ser mau ou bom, simplesmente por não querer, não querer replicar uma sombra de algo (que não eu). Não enriquece, mas tira-se noções de atitudes para que possa (e deva) fazer o opsoto.
O suplício finalmente acabou...
15 de Junho de 2010 - "Adeus merda!"
