1 de outubro de 2011



Dizem que não há impossíveis.

Começo a duvidar disso;
Dizem que é preciso dar tempo ao tempo.
Começo a duvidar disso;
Dizem não tem dúvidas quem nada sabe
.
E eu não sei...

6 de setembro de 2011

Há pequenas coisas capazes de mudar muito...

25 de maio de 2011

Blood


Há me mim uma mudança, não causada somente por uma agulha mas nada não tão distante disso. É inevitável, tem de existir sempre um positivo e um negativo, um equilíbrio constante. Esse equilíbrio encontrava-se inócuo em mim. Hoje posso dizer que o tenho, ou pelo menos algo parecido (não importa a proveniência). Não foi causad
a por algo que saiu, mas por algo que invadiu e completou o vago. A causa que me pôs por hoje uma agulha no braço foi a mesma deste texto indistinto.

Passei a gostar de veias por gostos que me foram transmitidos e adquiridos com o maior agrado (the cause).

Os primeiros 450ml, seja a renovação…




I seek no more, I now have what I want (wanted)



12 de maio de 2011

This woman



She's wrong most of the times
But it's times when she's right
She really gets to me.

So I pray
Not to see her again
Everytime she comes around



Quero numerar, quero contar muito mais que pelos dedos e já passei o 'um' com gosto!

11 de abril de 2011

Where Is My Mind



Só porque me apetece!

Mudanças são boas, e eu QUERO...

4 de março de 2011

Lost

Estou perdido em mim próprio, com uma vontade de sair de mim, de puder viver outro alguém para conseguir ter outra precepção, outreo ponto de vista.
Quero desmaiar mas tenho medo de depois não conseguir (não querer) acordar. Acordem-me se for preciso, senão deixem-me neste estado de expectatica pois ao menos já espero tudo. Nem tudo marca, e o que marcava agora já não vale de nada.
Poucas coisas valem neste momento

Começa aqui...


Clã 20

3 de março de 2011

Não tenho palavras, logo não sei nem consigo escrever (mas tentei). Não começou há mais de uma década mas marca-me como se milénios se trata-se. No primeiro momento não houve sequer uma contade, existia antes sim uma grande vontade, mas era uma vontade desconhecida, uma expectativa.
Só sei que desse momento, da primeira interacção para cá, é impossivel (não faz sentido, nem consigo fazer que o faça) é algo inexplicável, sem isto sinto-me vazio, é como uma droga à qual eu estou agarrado, viciado (e não quero deixar de estar), preciso dela diariamente, pois sem isso sinto a vontade de a ter (de ter uma overdose da mesma).
Só sei que me lembro de tudo, não me esqueço de nada. Os momentos são únicos e são eles que me erguem e me fazem assim, São palavras com muito sentido e significado. É a única coisa que me pode deitar abaixo e por sua vez sentir-me alguém, alguém único. É o que eu sinto, é p que eu não consigo pôr em palavras, é tudo e esse tudo é muito para mim.
Só sei, sem isto a terra já não gira (nem tenho interesse em saber se ela o faz), é por isto que estou aqui e quero continuar. Sim é exagero mas eu gosto de exageros.
Sinto, sinto isto tudo, não consigo pôr isto tudo em palavras, mas é um elo, uma ligação, um sentimento mais que puro e forte que qualquer outro embora dos mais recentes.

E só sei que nunca o quero perder...



1 de março de 2011

Lógica


A lógica contraria-se a ela própria, pois a lógica não tem lógica, não tem sentido. No fundo só serve para nos tapar os olhos.
Consigo viver com tudo o quero, porque é que se não tiver nada não consigo viver com o nada que tenho?
Porque é que o tudo tem ser melhor ou superior que o nada?
Porque é que o 1 é superior ao 0?

Não estou na idades dos porquês mas lá perto, mas hoje percebi que até a lógica pode ser contrariada...

(Se assim o quisermos e conseguirmos)

21 de fevereiro de 2011

De que vale um objecto esplendoroso se o interior está danificado? Não vale de nada, estou a criar o ódio mas esse odeio não tem fundamento, visto que esse sentimento tem de estar associado a algo mas neste caso não à nada, logo é um ódio invisivel mas tão puro como outro qualquer. E não me podem julgar por isso.
Estou com uma disposição não disponibilizada para ninguém. O meu corpo está informe numa solidão excitada. Mas não direi, se tenho algo a dizer e é meu. Não à justificação. Nenhum susto ou horros de mim mesmo deste corpo se ergue - se alguma vez mais se erguer. Estou involto em sentimentos contraditórios e incógnitos.
Nunca nada é certo, à alturas que não apetece. Ás vezes gostava de ser irracional.

Será que vale a pena?

7 de fevereiro de 2011

Pá pá pá


Só me falta a rapariga!


(Já tenho carta wouhhhhh)

3 de fevereiro de 2011



Um par, um duplo mas ambos conjugam bem e são coisas que me dão mais sentido, juntas na mesma fotografia, épico!


25 de janeiro de 2011

SBSR

Arctic Monkeys no Super Bock Super Rock


Que posso mais pedir eu?

O festival deste ano está escolhido, será dia 14 de Julho. Espero não ter que ir sozinho!

23 de janeiro de 2011

Whatever








I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want

I'm free to say whatever I
Whatever I like
If it's wrong or right it's alright

Always seems to me
You only see what people want you to see


(e mais não precisa de ser dito, esta letra diz o que eu queria dizer, e eu amo)

Inde Fam

A marabilia da vida são as opções. As opções que ela nós propociona, que nos deixa decidir, que deixa os outros decidirem por nós, pois não somos mais que ninguém aqui.
Tudo muda em anos, meses ou dias, dependendo de tudo e nada. Dependendo do estado de espirito, pois aquele cheiro que normalmente me faz afortunado posteriormente pode deixar-me mofino.
Uma coisa posso afimar, é tudo uma confusão e durante dias ela vaguea pela cabeça.
Há momentos que posso dizer que tenho tudo o que queria, somente não tenho da maneira que queria.

Mas a verdade é que tenho...





(fala como uma pessoa decente)

20 de janeiro de 2011

Década

Já lá vão dez anos desde que aquele miúdo de oito anos (que supostamente só podia entrar com dez anos), entrou para os escuteiros da Bajouca.
Aquilo para mim era a loucura, podia estar longe dos meus pais, estar com os meus amigos e fazer coisas que não fazia em mais lado nenhum.
Se não fossem os escuteiros não tinha dormido mais de 50 noites fora de casa, não tinha ido aos Açores e à Madeira, não tinha feito canionning, slide, rappel, ponte himalai, não tinha aprendido a cozinhar bacalhau à brás, não tinha ido a dois jamborees, não tinha desenhado um simbolo humano com chapéus, mas principalmente não conhecia nem tinha as amizades que tenho hoje.
O que antes era um brincadeira hoje tornou-se algo sério, mais que isso e mais que nunca não quero deixar isto escapar. E neste Domingo vou confirmar isso...

Obrigado Clã 20

"Escuteiros? Escuteiros? A droga é d'homem, agora escuteiros!", os escuteiros é o melhor vicio que pode haver...