21 de fevereiro de 2011

De que vale um objecto esplendoroso se o interior está danificado? Não vale de nada, estou a criar o ódio mas esse odeio não tem fundamento, visto que esse sentimento tem de estar associado a algo mas neste caso não à nada, logo é um ódio invisivel mas tão puro como outro qualquer. E não me podem julgar por isso.
Estou com uma disposição não disponibilizada para ninguém. O meu corpo está informe numa solidão excitada. Mas não direi, se tenho algo a dizer e é meu. Não à justificação. Nenhum susto ou horros de mim mesmo deste corpo se ergue - se alguma vez mais se erguer. Estou involto em sentimentos contraditórios e incógnitos.
Nunca nada é certo, à alturas que não apetece. Ás vezes gostava de ser irracional.

Será que vale a pena?

7 de fevereiro de 2011

Pá pá pá


Só me falta a rapariga!


(Já tenho carta wouhhhhh)

3 de fevereiro de 2011



Um par, um duplo mas ambos conjugam bem e são coisas que me dão mais sentido, juntas na mesma fotografia, épico!