3 de março de 2011

Não tenho palavras, logo não sei nem consigo escrever (mas tentei). Não começou há mais de uma década mas marca-me como se milénios se trata-se. No primeiro momento não houve sequer uma contade, existia antes sim uma grande vontade, mas era uma vontade desconhecida, uma expectativa.
Só sei que desse momento, da primeira interacção para cá, é impossivel (não faz sentido, nem consigo fazer que o faça) é algo inexplicável, sem isto sinto-me vazio, é como uma droga à qual eu estou agarrado, viciado (e não quero deixar de estar), preciso dela diariamente, pois sem isso sinto a vontade de a ter (de ter uma overdose da mesma).
Só sei que me lembro de tudo, não me esqueço de nada. Os momentos são únicos e são eles que me erguem e me fazem assim, São palavras com muito sentido e significado. É a única coisa que me pode deitar abaixo e por sua vez sentir-me alguém, alguém único. É o que eu sinto, é p que eu não consigo pôr em palavras, é tudo e esse tudo é muito para mim.
Só sei, sem isto a terra já não gira (nem tenho interesse em saber se ela o faz), é por isto que estou aqui e quero continuar. Sim é exagero mas eu gosto de exageros.
Sinto, sinto isto tudo, não consigo pôr isto tudo em palavras, mas é um elo, uma ligação, um sentimento mais que puro e forte que qualquer outro embora dos mais recentes.

E só sei que nunca o quero perder...



1 de março de 2011

Lógica


A lógica contraria-se a ela própria, pois a lógica não tem lógica, não tem sentido. No fundo só serve para nos tapar os olhos.
Consigo viver com tudo o quero, porque é que se não tiver nada não consigo viver com o nada que tenho?
Porque é que o tudo tem ser melhor ou superior que o nada?
Porque é que o 1 é superior ao 0?

Não estou na idades dos porquês mas lá perto, mas hoje percebi que até a lógica pode ser contrariada...

(Se assim o quisermos e conseguirmos)

21 de fevereiro de 2011

De que vale um objecto esplendoroso se o interior está danificado? Não vale de nada, estou a criar o ódio mas esse odeio não tem fundamento, visto que esse sentimento tem de estar associado a algo mas neste caso não à nada, logo é um ódio invisivel mas tão puro como outro qualquer. E não me podem julgar por isso.
Estou com uma disposição não disponibilizada para ninguém. O meu corpo está informe numa solidão excitada. Mas não direi, se tenho algo a dizer e é meu. Não à justificação. Nenhum susto ou horros de mim mesmo deste corpo se ergue - se alguma vez mais se erguer. Estou involto em sentimentos contraditórios e incógnitos.
Nunca nada é certo, à alturas que não apetece. Ás vezes gostava de ser irracional.

Será que vale a pena?

7 de fevereiro de 2011

Pá pá pá


Só me falta a rapariga!


(Já tenho carta wouhhhhh)

3 de fevereiro de 2011



Um par, um duplo mas ambos conjugam bem e são coisas que me dão mais sentido, juntas na mesma fotografia, épico!